Brazucas Network · por Arthur Ratto

Te preparo parair aos EUA.

Vivo essa realidade há mais de três anos: estudando, jogando e me adaptando nos Estados Unidos.

Hoje compartilho o que aprendi para ajudar atletas e famílias a chegarem mais preparados e entenderem melhor o caminho antes de tomar uma decisão.

+3 ANOS
Vivendo, estudando e jogando nos EUA
NA PRÁTICA
Experiência própria, não teoria
AINDA VIVENDO
Estudante-atleta em atividade
Arthur em campo, de uniforme branco, conduzindo a bola durante um jogo nos Estados Unidos, com a arquibancada ao fundo.

Arthur Ratto

Estudante-atleta brasileiro nos EUA

Minha história

Eu não estou te contando sobre um processo que não conheço. Eu vivi esse processo — e ainda estou vivendo.

Antes de qualquer conselho, você precisa entender de onde ele vem. Fui para os Estados Unidos sem planejamento, sem conhecer o sistema e precisei aprender muita coisa sozinho.

  1. BRASIL

    O futebol nunca foi um plano para os EUA.

    Cresci no Rio de Janeiro jogando futebol, mas nunca tive o sonho de morar nos Estados Unidos. Em 2023, eu já tinha me afastado um pouco do futebol competitivo e estava muito mais interessado em surfar. Os Estados Unidos simplesmente não faziam parte de nenhum plano.

  2. A DECISÃO

    Eu quase nem fui.

    Depois de passar 15 dias surfando nas Maldivas, voltei cansado e, por pouco, não deixei de participar de uma showcase de futebol. No fim, decidi ir. Meu time venceu, tive uma boa atuação e, três dias depois, recebi três oportunidades para jogar nos Estados Unidos. Em uma semana escolhi uma delas. Em duas, estava organizando tudo para me mudar para a Flórida. Eu praticamente não sabia nada sobre os Estados Unidos, sobre o sistema ou sobre como seria minha vida lá.

  3. A VIRADA

    Eu fui sem saber quase nada.

    Quando cheguei, começaram os desafios que eu nem sabia que existiam. Precisei me adaptar a uma nova rotina, à escola, ao futebol, ao idioma, à cultura e à distância da minha família. Em alguns momentos, passei por dificuldades e situações que provavelmente poderiam ter sido evitadas se eu tivesse recebido mais orientação antes de ir. Aos poucos fui aprendendo com meus companheiros de equipe e com meus treinadores. Entendi como as coisas funcionavam — e comecei a gostar de verdade daquela rotina e daquele país. Foi a partir desse momento que tomei a decisão de ficar nos Estados Unidos de vez e construir minha trajetória lá até terminar meus estudos.

  4. APRENDER NA PRÁTICA

    Com o tempo, comecei a entender o jogo por dentro.

    Eu não cheguei sabendo como funcionava. Fui descobrindo aos poucos a rotina de um estudante-atleta, o que muda entre escolas, universidades, ligas e clubes, e o que eu deveria ter perguntado antes de decidir. Viver essa realidade me ensinou muito mais do que qualquer pesquisa antes de eu ir.

    O que eu gostaria de ter sabido antes

    Boa parte das dificuldades que enfrentei não veio de falta de esforço, e sim de falta de informação: com orientação antes de embarcar, parte desses erros simplesmente não teria acontecido.

  5. HOJE

    Hoje eu quero que você vá preparado.

    O que começou como uma decisão completamente inesperada se tornou mais de três anos vivendo, estudando e jogando nos Estados Unidos. Hoje continuo minha jornada como estudante-atleta no Berkeley College NYC, estudando International Business no Honors Program. E foi justamente por ter ido praticamente no escuro que nasceu minha vontade de ajudar outros atletas e famílias a entender melhor essa realidade antes de tomar uma decisão.

Minha missão é te preparar para você não cometer os mesmos erros que eu cometi.

Por que o Brazucas Network existe

Eu fui sem orientação. Você não precisa ir assim.

Quando fui para os Estados Unidos, eu praticamente não sabia como funcionava aquela realidade. Fui aprendendo conforme as situações apareciam, quase sempre descobrindo sozinho.

“Minha função não é vender um sonho. É compartilhar o que vivi e te ajudar a chegar mais preparado.”

Arthur Ratto
  • Informação

    Entender como funciona a realidade de estudar, jogar e viver nos Estados Unidos antes de tomar uma decisão.

  • Preparação

    Conhecer os desafios, responsabilidades e mudanças que fazem parte da vida de um estudante-atleta.

  • Realidade

    Entender que cada atleta possui um perfil diferente e que não existe um único caminho para chegar aos Estados Unidos.

  • Responsabilidade

    Longe da família, tudo passa a depender de você — das pequenas decisões do dia a dia até escola, futebol e rotina.

Como eu posso te ajudar

Não sou agência e não represento atletas.

Eu não faço a parte comercial nem a parte técnica de recrutamento. Meu papel é compartilhar a experiência que vivi, entender o perfil do atleta, fazer uma pré-triagem inicial e, quando fizer sentido, conectar com profissionais parceiros.

  • Conversa

    Uma conversa gratuita para conhecer o atleta, entender a família e descobrir o que vocês estão buscando nos Estados Unidos.

  • Entender o perfil

    Entender idade, histórico escolar, experiência no futebol, nível esportivo, objetivos, localização desejada, orçamento e expectativas para identificar o caminho que pode fazer sentido.

  • Pré-triagem

    Organizar as principais informações do atleta e entender se o perfil está preparado para buscar uma oportunidade nos EUA, identificando também o que ainda precisa ser desenvolvido ou ajustado.

  • Conexão

    Quando fizer sentido, conectar o atleta com profissionais parceiros que podem conduzir as próximas etapas do processo.

Meu trabalho é 100% gratuito para atletas e famílias.

Eu não prometo bolsa, universidade ou oportunidade. Minha função é compartilhar o que vivi, te ajudar a entender o seu ponto de partida e te preparar melhor para tomar uma decisão.

Experiência

O que eu aprendi vivendo isso

Minha experiência vem de ter feito esse trajeto inteiro, com erros, acertos e aprendizados ao longo de mais de três anos.

  • Rotina de estudante-atleta

    Conciliar escola, treinamentos, jogos, viagens, descanso e vida pessoal é uma realidade completamente diferente do que parece de fora.

  • Escola e futebol

    Aprendi na prática que ser estudante-atleta significa levar as duas partes a sério. Não é só jogar futebol enquanto você estuda.

  • Treinamento

    Treinar nos Estados Unidos me mostrou diferentes níveis de intensidade, cobrança, estrutura e expectativas dentro do futebol.

  • Morar longe da família

    Estar longe de casa muda muita coisa. Aprendi a lidar com a saudade, com a responsabilidade e com decisões que antes eu tomava com a minha família por perto.

  • Adaptação

    Idioma, cultura, alimentação, pessoas, escola e futebol. No começo tudo é diferente e você precisa aprender a se adaptar.

  • Independência

    Quando você está longe da família, pequenas decisões passam a depender de você. Isso muda a forma como você pensa e age.

  • Disciplina

    Aprendi que a rotina não para porque você está cansado. Escola, treinamento e responsabilidades continuam existindo.

  • Expectativas

    Uma das maiores lições foi entender a diferença entre imaginar como seria a experiência e realmente vivê-la.

  • Realidade dos EUA

    A experiência tem momentos incríveis, mas também tem dificuldades que precisam ser conhecidas antes.

Verdades

Verdades que você precisa ouvir antes de ir.

Nenhuma dessas frases é para te desanimar. Elas existem porque saber o que te espera antes de decidir é o que separa quem vai preparado de quem vai no escuro.

  • Nem todo atleta consegue bolsa integral.

  • Uma bolsa parcial ainda pode representar um custo alto.

  • Nível acadêmico importa.

  • Nível esportivo importa.

  • Orçamento importa.

  • Localização importa.

  • Nem toda universidade é certa para todo atleta.

  • Existem diferentes caminhos para os EUA.

  • Nenhuma oportunidade deve ser prometida antes de entender o perfil.

  • Chegar nos EUA não significa que o mais difícil acabou.

Minha função não é criar uma expectativa. É te ajudar a entender a realidade.

Arthur de uniforme branco da Victory Rock, com a faixa de capitão no braço, durante um jogo.

Minha experiência

Eu vivi esse processo na prática.

São mais de três anos vivendo, estudando e jogando nos Estados Unidos. Cheguei sem conhecer o sistema, sem saber como funcionava a rotina de um estudante-atleta e precisei aprender quase tudo no dia a dia.

É dessa vivência real, com erros, acertos e adaptação, que vem tudo o que eu compartilho aqui.

Arthur de costas em jogo noturno, camisa branca número 4 com a faixa de capitão, dominando a bola.

Dentro do campo

Não foi só estudar. Foi competir.

Jogar nos Estados Unidos significou treinar em outra intensidade, disputar posição de verdade, viajar para torneios e entender o nível de cobrança que existe dentro do futebol lá.

A rotina não para porque você está cansado. Escola, treino e jogo continuam existindo na mesma semana.

Arthur e colegas de turma na formatura, de beca azul e capelo, segurando os diplomas.

Student-athlete

Muito além do futebol.

A escola é metade da experiência e, para muita gente, a parte que muda mais coisa. Foi na sala de aula, na convivência e na adaptação ao idioma e à cultura que eu amadureci de verdade.

Estudar nos Estados Unidos abriu portas que o futebol sozinho não abriria, e criou amizades que seguem comigo até hoje.

Arthur e o time reunidos no palco com o troféu conquistado e medalhas no peito.

Momentos

Alguns momentos ficam para sempre.

No meio de uma rotina dura existem conquistas, companheiros de equipe e dias que você não esquece mais. É isso que faz o caminho valer a pena — e é justamente por isso que eu quero que você chegue lá entendendo a realidade.

O primeiro passo

Quer entenderseu caminho?

Conte um pouco sobre você ou sobre o atleta. A pré-triagem é gratuita e me ajuda a entender o perfil antes da nossa conversa.

Sem compromisso. Primeiro, entendemos o perfil.

Fazer parte do projeto

Quer fazer parte do projeto?

O Brazucas Network também está construindo uma rede de brasileiros que conhecem o futebol, estudaram ou jogaram nos Estados Unidos e querem contribuir para que mais atletas tenham acesso à informação certa.

Se você se identifica com esse perfil e quer entender como funciona, entre em contato comigo.

  • Atleta ou ex-atleta

    Preferencialmente alguém que já tenha vivido o ambiente competitivo e entenda a realidade do esporte.

  • Contatos no meio esportivo

    Pessoa bem relacionada, com conexões reais com atletas, clubes, escolas, treinadores ou outros ambientes esportivos.

  • Boa comunicação

    Capacidade de conversar com atletas e famílias de forma clara, responsável e sem criar expectativas falsas.

  • Confiável e bem relacionado

    Alguém que valorize relacionamentos, tenha boa reputação e saiba representar o projeto com responsabilidade.

  • Vontade de contribuir

    Não é necessário saber tudo. O mais importante é ter interesse em aprender, compartilhar experiências e ajudar a conectar pessoas.

Dúvidas

As perguntas que eu mais recebo.

Se a sua não estiver aqui, me manda no WhatsApp. Respondo eu mesmo.

  • Não. Eu sou um estudante-atleta brasileiro que viveu esse processo na prática. Não represento atletas, não assino contratos e não faço a parte comercial ou técnica do recrutamento. Meu trabalho é compartilhar minha experiência, ajudar você a entender melhor o caminho e fazer uma pré-triagem inicial. Tudo isso é gratuito para atletas e famílias.

  • Não, e desconfie de quem garante. A decisão depende do perfil do atleta, do nível acadêmico, do nível esportivo e das decisões de treinadores e universidades. Meu papel é te ajudar a chegar mais preparado, com expectativas realistas e entendendo melhor a sua situação.

  • Em geral, os atletas que me procuram têm entre 15 e 23 anos, dependendo do caso. A idade por si só não define o caminho: histórico escolar, experiência esportiva e regras de elegibilidade também precisam ser considerados.

  • Depende do caminho. Existem diferentes níveis, divisões, escolas, universidades, ligas e clubes. O importante é entender onde o seu nível atual pode se encaixar e o que precisa ser desenvolvido antes de buscar uma oportunidade.

  • Não necessariamente para começar a entender suas possibilidades, mas o inglês será uma parte importante da experiência de estudar, treinar e viver nos Estados Unidos. O nível necessário pode variar conforme a situação acadêmica e esportiva.

  • Sim. Essa é justamente a realidade do estudante-atleta nos Estados Unidos: conciliar estudos, treinamentos, jogos e vida pessoal. Eu posso te contar como essa rotina funciona na prática a partir da minha própria experiência.

  • Não existe uma resposta igual para todo mundo. É justamente por isso que existe a conversa e a pré-triagem: primeiro entendemos o seu perfil, e só depois quais caminhos podem fazer sentido.

  • Os custos variam muito de acordo com o tipo de oportunidade, instituição, localização, bolsa e situação de cada atleta. A parte comercial e financeira detalhada é tratada pelos profissionais responsáveis pelas próximas etapas. Minha função é te ajudar a entender a realidade da experiência e preparar você para tomar decisões mais conscientes.

  • Não. Minha conversa e minha pré-triagem são gratuitas para atletas e famílias. Meu objetivo é compartilhar minha experiência e ajudar você a entender melhor o seu caminho.

QUERO ENTENDER MEU CAMINHO